Certa vez, num reino distante, o rei gostava de tirar onda de comediante. Então, no natal, mandou acolher um mendigo que passava pela porta do palácio e o convidou ao banquete real. Só que antes, para “zoar” o mendigo, tinha mandado substituir toda a bebida e comida na mesa por copos e pratos vazios, e a corte toda fingia que se esbaldava: “Hummmm. . .
Que pernil delicioso!
Que vinho maravilhoso!
Que sobremesa”.
Daí, o mendigo ficou “puto”, xingou o rei e ainda deu um socão na cara dele. Foi preso. Mas como fingiam que a lei no reino era respeitada, resolveram dar ao mendigo um julgamento “justo”, com juiz, promotor, defensor, juri e tudo mais. Claro que a versão oficial foi “o rei acolheu esse mendigo no palácio para a ceia de natal e acabou covardemente agredido”. Quando perguntaram ao mendigo se era verdade, ele fez reverência, pediu perdão ao rei, disse que foi por causa da bebida. Foi absolvido.
Que pernil delicioso!
Que vinho maravilhoso!
Que sobremesa”.
Daí, o mendigo ficou “puto”, xingou o rei e ainda deu um socão na cara dele. Foi preso. Mas como fingiam que a lei no reino era respeitada, resolveram dar ao mendigo um julgamento “justo”, com juiz, promotor, defensor, juri e tudo mais. Claro que a versão oficial foi “o rei acolheu esse mendigo no palácio para a ceia de natal e acabou covardemente agredido”. Quando perguntaram ao mendigo se era verdade, ele fez reverência, pediu perdão ao rei, disse que foi por causa da bebida. Foi absolvido.

0 comentários:
Postar um comentário